Watch Dogs 2 é a sequência do jogo de ação da Ubisoft.
O jogo estará disponível para PS4, PC e Xbox One e tem data de lançamento prevista para 15 de novembro de 2016, e promete novidades após a decepção do primeiro jogo.
A principal mudança está no protagonista Marcus Holloway que tomará o lugar do desinteressante Aiden Pierce.
Além disso, o jogo se passará em São Francisco, ao contrário do primeiro game que se passava em Chicago. A nova cidade deve abrir mais possibilidades por conta da inclusão do Vale do Silício, sede de muitas grandes marcas de tecnologia.
Repetindo o que já havia sido feito em menor escala no primeiro jogo da série, e seguindo os passos de outros jogos, a exemplo de GTA 5, Watch Dogs 2 aproveita o espaço para satirizar o nosso mundo. Confira, aqui, algumas que já foram reveladas.
DedSec
A mais óbvia referência liga o grupo hacker que comanda a história do game a outros movimentos ativistas reais.
O nome da organização, a qual pertence o protagonista Marcus Holloway, é uma ligação direta ao “LulzSec”, abreviação de Lulz Security.
Foram eles os responsáveis por ataques a redes de jogos como League of Legends, Minecraft e EVE Online, além de tentativas de intrusão aos sistemas da Nintendo e Sony.
Enquanto sua contraparte real parece ter a anarquia no coração, o “DedSec”, no entanto, aparece com objetivos nobres.
O grupo é contra a implementação do “CtOS”, sistema operacional que conecta toda a cidade e seus moradores, e tenta provar que a plataforma é insegura e pode ser usada para o mal.
Google
Por falar em poder, assim como na vida real, quem comanda o universo de Watch Dogs 2 são as corporações e os políticos.
O Google (ou Nudle, no game) apresenta o grande serviço online como plataforma dominante, responsável por facilitar (e monitorar) a vida de seus usuários.

E lá, podemos ver o campus da empresa, que provavelmente poderá ser visitado – ou, quem sabe, será palco de uma missão. No celular do protagonista, temos o Nudle Maps.
O serviço é uma paródia do Google Maps, que serve como navegador para o game, indicando pontos de interesse e criando rotas de GPS. Ele possui um visual idêntico ao app.
Donald Trump
Se uma das pernas da estrutura do mundo de Watch Dogs 2 são as corporações, a outra é a política. No game, temos o congressista “Mark Thruss” em campanha para a instalação do “CtOS”, em São Francisco.
Ele estabelece uma nova forma de integrar a população, com o slogan “vamos fazer a Bay Area forte de novo”. Soa familiar?

Tomando mais uma nota da realidade, o game faz suas críticas ao presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, criando, no jogo, um político que tem apoio de parte da população e que é totalmente odiado por outros setores da sociedade.
A diferença é que, até onde nós sabemos, “Thruss” tem objetivos escusos – usar o sistema operacional para burlar as eleições –, que devem ser impedidos pelos hackers do “DedSec”. O jogador também ganha pontos por depredar outdoors e propagandas do político.
Pac-Man
Entre as diversas tecnologias atuais exibidas em Watch Dogs 2, estão as casas inteligentes, com sensores e equipamentos que facilitam a vida dos moradores.
E em uma das missões relacionadas a isso, logo no início do game, Marcus será perseguido por robôs de segurança chamados de Pinky, Blinky, Inky e Clyde, os mesmos nomes dos fantasmas que são os inimigos de Pac-Man.

Ubisoft
Tendo uma de suas sedes na cidade de São Francisco, a Ubisoft não ia deixar de fazer parte do mundo de seu jogo.
Apesar de ter sido desenvolvido pelos estúdios da empresa, em Montreal, no Canadá, o título conta com algumas referências à companhia – e não, não estamos falando da teoria que coloca Watch Dogs e Assassin’s Creed em um mesmo universo.
Bem como na vida real, a Ubisoft é uma empresa reconhecida no mundo dos games. Sendo assim, eventualmente, pipocam nas redes sociais fotos de fãs em frente a seus escritórios.
No jogo, há prédios semelhantes aos da cidade de São Francisco.
Não sabemos ainda se será possível participar de alguma missão por lá – ou encontrar algum segredo – mas, desde já, a expectativa.

Super Máquina
Nem só de política e corporativismo vive o mundo de Watch Dogs 2.
Em uma de suas missões, o game também se volta para os anos 80 e relembra uma das séries mais clássicas da TV americana: Knight Rider, que, no Brasil, ficou conhecida como Super Máquina.
O objetivo de Marcus, no game, é roubar o veículo falante usado nas gravações de Cyber Driver, seriado que é sucesso no universo do título.
As referências vão além do estilo do carro e da inteligência artificial existente nele. O protagonista do show virtual, por exemplo, é “Devon von Devon”, uma alusão a Devon Miles, criador da Super Máquina e aliado do protagonista do seriado, Michael Knight.

A missão em alta velocidade envolve a fuga da polícia e ainda faz uma referência à série Need for Speed, no momento que o veículo pergunta a Marcus se ele está sentindo a “necessidade por velocidade”.
Problemas com o Kinect
A Ubisoft se consagrou como uma das companhias mais parceiras das tecnologias de controle de movimento, dando extenso suporte ao Kinect e ao Nintendo Wii, mesmo após outras desenvolvedoras terem abandonado o barco.
Mesmo assim, esse fato não impediu que a companhia tirasse sarro do periférico criado pela Microsoft, ao brincar com uma das polêmicas existentes no lançamento.

Inicialmente, existiram comentários de que o Kinect teria dificuldades em reconhecer jogadores de pele negra, principalmente em condições de baixa luminosidade – mais tarde, ficou conhecido que o acessório tinha apenas problemas em seus sistemas, sem aparente relação com etnias.
O sistema do carro de Cyber Driver apresenta a mesma falha e, em determinado momento, diz não ser capaz de reconhecer o motorista. Neste momento, Marcus justifica que a falha seria o não reconhecimento da cor de sua pele.
Martin Shkreli
Você pode não reconhecer, de nome, o empresário e empreendedor americano, mas provavelmente ouviu falar sobre seus atos recentes.
Em setembro do ano passado, ele ganhou as manchetes ao aumentar em mais de 5.500% o preço de um medicamento de combate à doenças decorrentes da AIDS, em busca de lucros próprios.
Em Watch Dogs 2, essa história é representada por “Gene Carcani”, um bilionário que aumenta os preços de um medicamento essencial no tratamento da leucemia.
No game, a missão de Marcus é invadir os computadores do empreendedor para enganá-lo e fazê-lo realizar uma doação de milhões de dólares para instituições de combate ao câncer.

Kanye West
Outra referência excêntrica que aparece na mesma missão é a Shkreli.
No jogo, ele é representado por “Bobo Dakes”, um rapper que negocia a compra exclusiva de seu novo álbum, de forma que ele não seja lançado para todo o público.
Por incrível que pareça, essa também é uma história real de um empresário americano, que, no começo deste ano, ofereceu US$ 2 milhões para a gravadora americana “Def Jam Recordings” em troca da exclusividade do mais recente trabalho de Kanye West, The Life of Pablo.
Sua única condição era de que o disco não fosse liberado ao público e todas as cópias fossem destruídas, tornando-o o único proprietário do material.
O negócio não foi para a frente, e apenas contribuiu ainda mais para a imagem negativa do empresário.

O jogo estará disponível para PS4, PC e Xbox One e tem data de lançamento prevista para 15 de novembro de 2016, e promete novidades após a decepção do primeiro jogo.
A principal mudança está no protagonista Marcus Holloway que tomará o lugar do desinteressante Aiden Pierce.
Além disso, o jogo se passará em São Francisco, ao contrário do primeiro game que se passava em Chicago. A nova cidade deve abrir mais possibilidades por conta da inclusão do Vale do Silício, sede de muitas grandes marcas de tecnologia.
Repetindo o que já havia sido feito em menor escala no primeiro jogo da série, e seguindo os passos de outros jogos, a exemplo de GTA 5, Watch Dogs 2 aproveita o espaço para satirizar o nosso mundo. Confira, aqui, algumas que já foram reveladas.
DedSec
A mais óbvia referência liga o grupo hacker que comanda a história do game a outros movimentos ativistas reais.
O nome da organização, a qual pertence o protagonista Marcus Holloway, é uma ligação direta ao “LulzSec”, abreviação de Lulz Security.
Foram eles os responsáveis por ataques a redes de jogos como League of Legends, Minecraft e EVE Online, além de tentativas de intrusão aos sistemas da Nintendo e Sony.
Enquanto sua contraparte real parece ter a anarquia no coração, o “DedSec”, no entanto, aparece com objetivos nobres.
O grupo é contra a implementação do “CtOS”, sistema operacional que conecta toda a cidade e seus moradores, e tenta provar que a plataforma é insegura e pode ser usada para o mal.
Por falar em poder, assim como na vida real, quem comanda o universo de Watch Dogs 2 são as corporações e os políticos.
O Google (ou Nudle, no game) apresenta o grande serviço online como plataforma dominante, responsável por facilitar (e monitorar) a vida de seus usuários.

Como o jogo se passa em São Francisco, uma visitinha ao Vale do Silício irá acontecer.
O serviço é uma paródia do Google Maps, que serve como navegador para o game, indicando pontos de interesse e criando rotas de GPS. Ele possui um visual idêntico ao app.
Donald Trump
Se uma das pernas da estrutura do mundo de Watch Dogs 2 são as corporações, a outra é a política. No game, temos o congressista “Mark Thruss” em campanha para a instalação do “CtOS”, em São Francisco.
Ele estabelece uma nova forma de integrar a população, com o slogan “vamos fazer a Bay Area forte de novo”. Soa familiar?

Tomando mais uma nota da realidade, o game faz suas críticas ao presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, criando, no jogo, um político que tem apoio de parte da população e que é totalmente odiado por outros setores da sociedade.
A diferença é que, até onde nós sabemos, “Thruss” tem objetivos escusos – usar o sistema operacional para burlar as eleições –, que devem ser impedidos pelos hackers do “DedSec”. O jogador também ganha pontos por depredar outdoors e propagandas do político.
Pac-Man
Entre as diversas tecnologias atuais exibidas em Watch Dogs 2, estão as casas inteligentes, com sensores e equipamentos que facilitam a vida dos moradores.
E em uma das missões relacionadas a isso, logo no início do game, Marcus será perseguido por robôs de segurança chamados de Pinky, Blinky, Inky e Clyde, os mesmos nomes dos fantasmas que são os inimigos de Pac-Man.

Ubisoft
Tendo uma de suas sedes na cidade de São Francisco, a Ubisoft não ia deixar de fazer parte do mundo de seu jogo.
Apesar de ter sido desenvolvido pelos estúdios da empresa, em Montreal, no Canadá, o título conta com algumas referências à companhia – e não, não estamos falando da teoria que coloca Watch Dogs e Assassin’s Creed em um mesmo universo.
Bem como na vida real, a Ubisoft é uma empresa reconhecida no mundo dos games. Sendo assim, eventualmente, pipocam nas redes sociais fotos de fãs em frente a seus escritórios.
No jogo, há prédios semelhantes aos da cidade de São Francisco.
Não sabemos ainda se será possível participar de alguma missão por lá – ou encontrar algum segredo – mas, desde já, a expectativa.

Super Máquina
Nem só de política e corporativismo vive o mundo de Watch Dogs 2.
Em uma de suas missões, o game também se volta para os anos 80 e relembra uma das séries mais clássicas da TV americana: Knight Rider, que, no Brasil, ficou conhecida como Super Máquina.
O objetivo de Marcus, no game, é roubar o veículo falante usado nas gravações de Cyber Driver, seriado que é sucesso no universo do título.
As referências vão além do estilo do carro e da inteligência artificial existente nele. O protagonista do show virtual, por exemplo, é “Devon von Devon”, uma alusão a Devon Miles, criador da Super Máquina e aliado do protagonista do seriado, Michael Knight.

A missão em alta velocidade envolve a fuga da polícia e ainda faz uma referência à série Need for Speed, no momento que o veículo pergunta a Marcus se ele está sentindo a “necessidade por velocidade”.
Problemas com o Kinect
A Ubisoft se consagrou como uma das companhias mais parceiras das tecnologias de controle de movimento, dando extenso suporte ao Kinect e ao Nintendo Wii, mesmo após outras desenvolvedoras terem abandonado o barco.
Mesmo assim, esse fato não impediu que a companhia tirasse sarro do periférico criado pela Microsoft, ao brincar com uma das polêmicas existentes no lançamento.

Inicialmente, existiram comentários de que o Kinect teria dificuldades em reconhecer jogadores de pele negra, principalmente em condições de baixa luminosidade – mais tarde, ficou conhecido que o acessório tinha apenas problemas em seus sistemas, sem aparente relação com etnias.
O sistema do carro de Cyber Driver apresenta a mesma falha e, em determinado momento, diz não ser capaz de reconhecer o motorista. Neste momento, Marcus justifica que a falha seria o não reconhecimento da cor de sua pele.
Martin Shkreli
Você pode não reconhecer, de nome, o empresário e empreendedor americano, mas provavelmente ouviu falar sobre seus atos recentes.
Em setembro do ano passado, ele ganhou as manchetes ao aumentar em mais de 5.500% o preço de um medicamento de combate à doenças decorrentes da AIDS, em busca de lucros próprios.
Em Watch Dogs 2, essa história é representada por “Gene Carcani”, um bilionário que aumenta os preços de um medicamento essencial no tratamento da leucemia.
No game, a missão de Marcus é invadir os computadores do empreendedor para enganá-lo e fazê-lo realizar uma doação de milhões de dólares para instituições de combate ao câncer.

Kanye West
Outra referência excêntrica que aparece na mesma missão é a Shkreli.
No jogo, ele é representado por “Bobo Dakes”, um rapper que negocia a compra exclusiva de seu novo álbum, de forma que ele não seja lançado para todo o público.
Por incrível que pareça, essa também é uma história real de um empresário americano, que, no começo deste ano, ofereceu US$ 2 milhões para a gravadora americana “Def Jam Recordings” em troca da exclusividade do mais recente trabalho de Kanye West, The Life of Pablo.
Sua única condição era de que o disco não fosse liberado ao público e todas as cópias fossem destruídas, tornando-o o único proprietário do material.
O negócio não foi para a frente, e apenas contribuiu ainda mais para a imagem negativa do empresário.

